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A IA não vai matar o branding. Mas pode destruir quem usar errado.

A inteligência artificial vai dominar o mundo?

por Pablo Fedatto
#Branding#Tendências#IA
5 minSet, 2025
Imagem de capa do insight A IA não vai matar o branding. Mas pode destruir quem usar errado.

Se você acha que inteligência artificial e branding são mundos à parte, pode estar navegando com o GPS de 2010.

A IA já tá moldando como marcas nascem, se comunicam, se posicionam e até como se sentem. O branding do futuro não é só bonito e coerente — é adaptável, responsivo e, acima de tudo, inteligente.

IA: a nova força criativa do branding

A IA deixou de ser só buzzword. Ela entrou no time criativo e está trabalhando em tempo integral. Hoje, marcas já usam IA para:

  • Criar conteúdo em escala absurda — de imagens e vídeos a textos e roteiros.
  • Personalizar a experiência do cliente com precisão cirúrgica, quase premonitória.
  • Antecipar comportamentos de consumo com base em dados históricos e em tempo real.
  • Testar conexões com personas simuladas antes de lançar uma campanha real.

A Nike, por exemplo, usa IA para criar campanhas personalizadas com base no clima local. Imagina abrir um app e ver um tênis recomendado pra você correr no frio de Curitiba? Isso é IA entrando na conversa com contexto.

O lado B: onde a IA pode sabotar sua marca

Mas nem tudo são likes e dashboards brilhantes.

O uso sem curadoria da IA pode deixar sua marca genérica. Um Ctrl+C/Ctrl+V de tendências que ninguém pediu. Algoritmos enviesados reforçam estereótipos e podem causar crises de imagem. Dependência excessiva de dados pode matar a intuição, que ainda é alma do branding bem feito.

Branding é sobre alma. E alma não se terceiriza pra máquina. A IA precisa ser ferramenta, não piloto.

Medir branding em tempos de IA

Com tanto dado na mesa, fica ainda mais esperado medir os impactos do branding com profundidade. A IA ajuda nisso também. Ela pode:

  • Acompanhar o brand awareness em tempo real.
  • Analisar sentimento em redes sociais com muito mais nuances.
  • Fazer social listening que enxerga tendências antes delas explodirem.
  • Sugerir ajustes de tom e imagem com base em testes A/B contínuos.

Mas lembre: se os dados forem lidos sem repertório humano, viram ruído.

IA + Brandscore® = inteligência com propósito

Aqui na Setesete, a gente une o melhor dos dois mundos com o Brandscore®: percepção humana + dados reais. E sim, a IA já faz parte dessa equação.

Ajudamos marcas a entender não só o que estão comunicando, mas como isso é percebido. E mais: criamos estratégias que se adaptam ao comportamento do público, em tempo real, com o apoio de IA. Mas sem perder a alma. Sem abrir mão da autenticidade.

Porque como a gente costuma dizer:

A IA não substitui o branding, mas quem sabe usá-la pode substituir você.

Sobre o autor

Pablo Fedatto

Sócio-fundador da Setesete

Sócio-fundador da Setesete. Lidera projetos de branding, posicionamento e estratégia de marca para empresas que querem deixar de ser commodity.

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